"É sem dúvida uma sensação muito clara de que a vida escorre talvez rápida demais e, a cada momento, tudo se perde."
CaioF.
Ela sentiu algum ódio, mas não dizia nada, toda madura repetindo isso-passa-questão-de-tempo-tudo-bem. /CaioF.
E a gente sente que ela não espera mais nada de nada nem de ninguém, que está absolutamente sozinha e numa altura tal que ninguém jamais conseguiria alcançá-la. /CaioF.
comolhidar: sério, não sei pq fiz um tumblr, mas acho que em parte foi por causa desse tumblr! cara, mt perfeito tudo que vc posta! eu entro todo diazinho pra ver qual a frase do dia que será oferecida pra mim, e acredite mts delas ajudam mt :'D ent parabéns pelo seu trabalho. muda, nem se for um pouco, meu dia :DD Nossa, fico muito feliz com isso!!! Obg pelo carinho!!!!
Me sinto perdido no mundo. Ou dentro de mim, que seja. /CaioF.
"Ando angustiada demais, meu amigo, palavrinha antiga essa, angústia, duas décadas de convívio cotidiano, mas ando, ando, tenho uma coisa apertada aqui no meu peito, um sufoco, uma sede, um peso, não me venha com essa história de que atraiçoamos todos os nossos ideais, nunca tive porra de ideal nenhum, só queria era salvar a minha, veja só que coisa mais individualista elitista, capitalista, só queria ser feliz, cara."
CaioF.
… Eu tinha — e tenho — um monte de coisas pra te dizer, aquelas coisas que a gente cala quando está pertoporque acha que as vibrações do corpo bastam, ou por medo, não sei. /CaioF.
"- Para dizer a verdade, não queria ir a lugar nenhum mais. Quero ir embora.
- Mas nós podemos ir.
- Não é isso. Não para casa. (…) Qualquer lugar onde a gente pudesse viver uma coisa mais inteira."
CaioF.
|
"É sem dúvida uma sensação muito clara de que a vida escorre talvez rápida demais e, a cada momento, tudo se perde."
CaioF.
Ela sentiu algum ódio, mas não dizia nada, toda madura repetindo isso-passa-questão-de-tempo-tudo-bem. /CaioF.
E a gente sente que ela não espera mais nada de nada nem de ninguém, que está absolutamente sozinha e numa altura tal que ninguém jamais conseguiria alcançá-la. /CaioF.
comolhidar: sério, não sei pq fiz um tumblr, mas acho que em parte foi por causa desse tumblr! cara, mt perfeito tudo que vc posta! eu entro todo diazinho pra ver qual a frase do dia que será oferecida pra mim, e acredite mts delas ajudam mt :'D ent parabéns pelo seu trabalho. muda, nem se for um pouco, meu dia :DD Nossa, fico muito feliz com isso!!! Obg pelo carinho!!!!
Me sinto perdido no mundo. Ou dentro de mim, que seja. /CaioF.
"Ando angustiada demais, meu amigo, palavrinha antiga essa, angústia, duas décadas de convívio cotidiano, mas ando, ando, tenho uma coisa apertada aqui no meu peito, um sufoco, uma sede, um peso, não me venha com essa história de que atraiçoamos todos os nossos ideais, nunca tive porra de ideal nenhum, só queria era salvar a minha, veja só que coisa mais individualista elitista, capitalista, só queria ser feliz, cara."
CaioF.
… Eu tinha — e tenho — um monte de coisas pra te dizer, aquelas coisas que a gente cala quando está pertoporque acha que as vibrações do corpo bastam, ou por medo, não sei. /CaioF.
"- Para dizer a verdade, não queria ir a lugar nenhum mais. Quero ir embora.
- Mas nós podemos ir.
- Não é isso. Não para casa. (…) Qualquer lugar onde a gente pudesse viver uma coisa mais inteira."
CaioF.
|
About me

Tumblr criado em 28/12/2010.
Atualizado por Judy Beatriz, 19, Goiânia-GO. (outrostempos.tumblr.com)
Caio Fernando Loureiro de Abreu nasceu em Santiago em 12 de setembro de 1948 e morreu em Porto Alegre em 25 de fevereiro de 1996 devido a Aids. Foi um jornalista, dramaturgo e escritor brasileiro. Apontado como um dos expoentes de sua geração, a obra de Caio Fernando Abreu, escrita num estilo econômico e bem pessoal, fala de sexo, de medo, de morte e, principalmente, de angustiante solidão.
|
|
|
Caio Fernando Loureiro de Abreu nasceu em Santiago em 12 de setembro de 1948 e morreu em Porto Alegre em 25 de fevereiro de 1996 devido a Aids. Foi um jornalista, dramaturgo e escritor brasileiro. Apontado como um dos expoentes de sua geração, a obra de Caio Fernando Abreu, escrita num estilo econômico e bem pessoal, fala de sexo, de medo, de morte e, principalmente, de angustiante solidão.
|