Sorriram um para o outro e tudo estava certo outra vez. E tudo tinha um gosto bom. /CaioF.

Sorriram um para o outro e tudo estava certo outra vez. E tudo tinha um gosto bom. /CaioF.



Postado em 29/9/2012 às 11:38
Não importa quantas moedas você joga na fonte, ou o número de dedos que você cruza. Se não é pra ser, não vai ser. /CaioF.

Não importa quantas moedas você joga na fonte, ou o número de dedos que você cruza. Se não é pra ser, não vai ser. /CaioF.



Postado em 29/9/2012 às 10:57


Postado em 29/9/2012 às 10:44


Postado em 29/9/2012 às 10:38
E era você. E tem sido você. E vai continuar sendo você. /CaioF.

E era você. E tem sido você. E vai continuar sendo você. /CaioF.



Postado em 31/7/2012 às 10:46
CaioF.

CaioF.



Postado em 31/7/2012 às 10:16
CaioF.

CaioF.



Postado em 31/7/2012 às 10:14
— Você sente falta, não é? Você sente muita falta dele? zero hora, trinta e dois minutos, doze graus, zero hora, trinta e três minutos, doze graus, zero hora, trinta e.
— Sinto, às vezes. Sinto muita falta. /CaioF.

— Você sente falta, não é? Você sente muita falta dele? zero hora, trinta e dois minutos, doze graus, zero hora, trinta e três minutos, doze graus, zero hora, trinta e.

— Sinto, às vezes. Sinto muita falta. /CaioF.



Postado em 11/7/2012 às 12:07
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Caio Fernando Loureiro de Abreu nasceu em Santiago em 12 de setembro de 1948 e morreu em Porto Alegre em 25 de fevereiro de 1996 devido a Aids. Foi um jornalista, dramaturgo e escritor brasileiro. Apontado como um dos expoentes de sua geração, a obra de Caio Fernando Abreu, escrita num estilo econômico e bem pessoal, fala de sexo, de medo, de morte e, principalmente, de angustiante solidão.

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